Coleção de depoimentos dos integrantes do grupo 5 sobre competência
leitora e escritora.
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Estamos juntos com o objetivo de uma melhor educação para todos, através de um programa de formação à distância para professores, estamos interagindo por meio de recursos tecnológicos, para que ocorra troca de informações sobre diversos assuntos ligados a matemática, leitura e escrita, utilizando os mesmos conceitos trabalhados no dia-dia que poderão ser aprimorados através da tecnologia, tão presente em nossas vidas.
Após os encontros presenciais trocamos experiências e
percebemos a importância desta interação, o quanto podemos aprender juntos.
Através do fórum aprendemos a aceitar a opinião dos colegas e conhecer um pouco
de cada um. Um dos temas solicitados para discussão é a leitura e escrita que
traz experiências magníficas, desde a nossa infância, através de fatos contados pelos
nossos avós que nos fez perceber que desde aquela época já era trabalhado a
leitura sem agente perceber.
E o quanto esse vínculo com nossos familiares, nos trouxeram experiência de vida, afeto e maturidades em nossas vidas,
onde não percebemos essa ligação familiar com os nossos alunos na
atualidade. Talvez seja a ausência dessa
proximidade familiar que faz com que a nova geração, não tenha gosto pela
leitura e escrita.
A internet cada vez mais presente trouxe ausência do diálogo
e proximidade entre pais e filhos, que não estão sabendo separar o momento do
filho estudar e estar na internet.
CINTHIA PEREIRA
Vejo que, durante as aulas, é freqüente os questionamentos da necessidade de se estudar determinados conteúdos. Questionamentos que também foram feitos por nós, professores, em algum momento de nossa vida escolar. O problema é que quando ingressamos na universidade, em meio a tantas aulas cheias dos mais variados tipos de cálculos, acabamos esquecendo-se de um dos principais objetivos: Pra que serve isso? Passamos por toda a vida estudando a Matemática como algo simplesmente abstrato, que ao entrarmos em sala de aula, essa abstração nos parece óbvia demais. A verdade é que, para muitos dos nossos alunos, a Matemática ainda é vista como algo muito distante... como coisa para superdotados. O uso das narrativas, além de trabalhar com a competência leitora e escritora, fará com que os alunos entendam que ela não surgiu do nada, e sim de necessidades da humanidade. Necessidades essas que todos nós carregamos ao longo da vida, e muitas vezes o educando nem imagina que ele já pratica.
Vejo que, durante as aulas, é freqüente os questionamentos da necessidade de se estudar determinados conteúdos. Questionamentos que também foram feitos por nós, professores, em algum momento de nossa vida escolar. O problema é que quando ingressamos na universidade, em meio a tantas aulas cheias dos mais variados tipos de cálculos, acabamos esquecendo-se de um dos principais objetivos: Pra que serve isso? Passamos por toda a vida estudando a Matemática como algo simplesmente abstrato, que ao entrarmos em sala de aula, essa abstração nos parece óbvia demais. A verdade é que, para muitos dos nossos alunos, a Matemática ainda é vista como algo muito distante... como coisa para superdotados. O uso das narrativas, além de trabalhar com a competência leitora e escritora, fará com que os alunos entendam que ela não surgiu do nada, e sim de necessidades da humanidade. Necessidades essas que todos nós carregamos ao longo da vida, e muitas vezes o educando nem imagina que ele já pratica.
Quero compartilhar com os colegas a experiência que vivenciei em sala de aula ao narrar para os meus alunos do 8º ano, a história da Álgebra. Observe as questões que surgiram no início da aula:
- Por que aprender Álgebra?
- Onde usar os conhecimentos sobre
Álgebra?
Após a narração, os alunos
compreenderam que a álgebra é apenas uma ferramenta, que permite-nos encontrar
soluções de determinadas situações-problema, no nosso dia-a-dia. Por exemplo,
numa empresa surgem problemas relacionados com custos, com produção, divisão de
lucros, etc. Na medicina, os médicos utilizam fórmulas matemáticas, principalmente
para calcular a quantidade de remédios que deve ser dada aos pacientes e outros
exemplos diversificados que foram retirados do livro praticando matemática 8º
ano e também do manual de matemática.
A matemática também tem história!
Ao contextualizar o mundo do aluno, o
texto torna-se significativo, mesmo porque a competência leitora não é
especificamente do professor de Língua Portuguesa e sim de todas as áreas do
conhecimento.
Partindo do pressuposto que nós professores
somos autores da nossa aula, ali direcionamos, utilizamos de todas as formas
significativas a obter o melhor rendimento e através da narrativa e da
contextualização é que procuramos obter o resultado satisfatório.
Contextualização do conceito, dar sabor ao saber, dar finalidade ao conhecimento, de fato o texto me fez refletir bastante.
Dentro da ficção Matemática, os livros
apresentados são muito interessantes, sendo que já tive contado com o "Diabo
dos Números". Uma experiência bacana que já trabalhei numa turma do 6º
ano, foi uma pequena encenação sobre o princípio
da contagem, onde dois alunos passavam cada um
deles, um boato para três colegas e cada um desses três passava para outros 4
colegas e depois disso foi feito um diagrama
de árvore na lousa para representar essa situação. (Alias
isso me fez lembrar uma situação de quando estudava no ensino fundamental onde
a professora passava uma informação para o 1º aluno da 1ª carteira, que ia
repassando essa informação até o último aluno e geralmente a informação inicial
sempre chegava distorcida no final, realmente essas situações ficam marcadas na nossa memória).
Outro autor citado no texto que admiro
bastante e que também fez parte de minha infância foi Monteiro
Lobato,me lembro desse trecho"Aritmética
da Emília" e suas reinações,pretendo incorporar essas idéias simples
nas minhas aulas, (as respostas saindo pelo funil), bela sacada.
Quanto a Malba
Tahan, já tinha passado um vídeo do youtube
sobre o problema da divisão da herança dos três irmãos, mas não tinha
explorando a fábula mais a fundo.
Concluindo precisamos realmente
habituar nossos alunos, as brincadeiras,jogos lógicos,leituras de fábulas
matemática desde cedo, quanto mais jovens tiverem contato com
essas leitura, eles criariam o hábito com o tempo e estariam mais preparados
para alógica simbólica nos ensinos posteriores.
Valdir Pereira de Almeida
Vejo que hoje parece ser consenso geral a necessidade de ensinar de forma contextualizada. Muitos acham que contextualizar é encontrar aplicações práticas para a Matemática a qualquer preço. Desta concepção resulta que um conteúdo que não se consegue contextualizar, não serve para ser ensinado. Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática foram elaborados com o objetivo de orientar as escolas a planejarem seus currículos, que possam prever situações em que os alunos tenham acesso aos conhecimentos socialmente elaborados e que são necessários ao exercer a cidadania, que eles consigam evidenciar a importância que a Matemática tem para compreender o mundo em sua volta, e também consigam perceber que esta área do conhecimento estimula a criatividade, a curiosidade, o espírito de investigação e o desenvolvimento da capacidade de resolver problemas.
Marlene Nunes de Farias Oliveira
Quanto tinha 14 anos, conheci a leitura num projeto na escola, mais a ansiedade era tão grande que quando começava a ler virava a noite pois queria chegar ao final do livro .Hoje já não tenho a mesma vontade o tempo é tão curto que pouco consigo ler, mais percebo que a necessidade e a importância de ler para até poder escrever melhor é grande vou tentar mudar.
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